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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Amendoinhas finas

As amêndoas são um dos emblemas do Algarve. É com elas que se faz o doce fino (maçapão), decorado com imaginação.

Eis um dos trabalhos feitos na nossa escola... Infelizmente não está completo, porque uma das pequeninas cenouras de massa de amêndoa teve um aci....DENTE!

Devo acrescentar que, neste momento, não há mais testemunhas do sucedido!!!

terça-feira, 24 de maio de 2011

Dia do Autor Português - Materiais para trabalho nas aulas

Sophia e seus companheiros
(Para alunos do 2.º ano que utilizam o computador com à-vontade)
 

No dia 22 de Maio comemorou-se o Dia do Autor Português. Neste dia pensamos um pouco sobre as pessoas que produzem obras que nos ajudam a pensar, a conhecer coisas  novas ou a alegrar as nossas vidas com a sua arte.

A autora Sophia de Mello Breyner Andresen é um excelente ponto de partida para falarmos deste dia, porque
  • Produziu diferentes tipos de obras: poesia, contos para crianças, ensaios, traduções;
  • Colaborou com muitos autores de diferentes áreas.

Em conjunto, vamos fazer um trabalho que mostra a colaboração de Sophia Andresen com esses outros autores.
Para podermos fazer esse trabalho conjunto, a turma será dividida em grupos e cada grupo estudará um autor diferente, utilizando os Magalhães.

Para te facilitar a procura da informação, utiliza os seguintes sinais: 
+
-
“…”

Por exemplo:
  • Portugal+compositores: procura páginas onde ocorram estes dois termos;
  • “Compositores de Portugal”: procura sites onde apareça esta expressão;
  • “Compositores de Portugal”-“Heitor Villalobos”: procura compositores portugueses, excepto Heitor Villalobos (que foi um compositor brasileiro…)
Para além destes termos, deves também usar sinónimos.
Mais duas dicas: 
1) Escreve uma pergunta que diga aquilo que queres encontrar. Identifica todos os substantivos que utilizaste: são essas as principais palavras-chave da tua pesquisa.

2) Além disso, presta atenção às novas informações que vais recolhendo à medida que a tua pesquisa avança.




Para responderes às perguntas que se seguem, abre uma folha no programa Word e grava-a com o nome “Sophia 2011”

1. Perguntas sobre Sophia M.B. Andresen: (utiliza o Bilhete de identidade que se encontra abaixo)
  • ·        Onde nasceu?
  • ·        Em que ano nasceu? E em que ano faleceu (=morreu)?
  • ·        Qual era a cidade onde ela mais gostava de passar férias?
  • ·        Diz o nome de um dos seus livros de poesia.



2. Perguntas sobre outros autores com quem Sophia colaborou ou que utilizaram os seus poemas: (utiliza o bilhete de identidade)
Fernando Lopes Graça
Graça Morais
Luís Noronha da Costa (il.)
Pedro Santos (il.)
Natividade Corrêa (il.)
Júlio Resende
Miguel Sousa Tavares
Homero
Kátia Guerreiro 
João Gil (músico, Cabeças no ar) 

  • O autor que scolheste:  ______________________________________
  • Em que ano nasceu esse autor? E em que ano faleceu?
  • Em que cidade nasceu?
  • Que tipo de obras produzia esse autor?
Poesia
Prosa
Música
Desenho
Pintura
Teatro
Cinema
Outra

  • Diz o nome de uma obra em que estes dois autores (Sophia e o teu autor(a) tenham trabalhado em conjunto.

Usa os dados que recolheste para preencher o cartão identidade desse(a) autor(a):

 
Bilhete de identidade de Autor Português

Foto

Nome:

Dia de aniversário:

Local de nascimento:

Profissão:

Obras mais conhecidas:




De onde foi retirada esta informação?









História de Portugal em poesia
(Para alunos do 4.º ano com facilidade na utilização do computador)

Luís de Camões, por autor desconhecido.

No dia 22 de Maio comemorou-se o Dia do Autor Português. Nesta sessão de trabalho iremos comemorar esse dia tentando conhecer melhor os autores portugueses.
Os autores são as pessoas que criam o conhecimento, as ideias e as obras de arte. Graças aos seus trabalhos, compreendemos melhor o mundo em que vivemos; graças às suas obras de arte, a nossa vida é mais alegre e rica e encontramos novas formas de exprimir os nossos pensamentos e sentimentos.
Podemos contar a história de Portugal em poesia. Muitos poemas falam sobre as preocupações das pessoas e sobre os acontecimentos que elas viveram. 
Em outros poemas percebemos como a língua portuguesa que se falava noutros séculos era um bocadinho diferente da nossas: usavam-se palavras que se perderam. Outras palavras escreviam-se de maneira muito diferente da de hoje.




Pesquisar na Internet

Para realizares as tarefas que se seguem terás de utilizar a Internet.

Para responderes às tarefas, abre um ficheiro Word, grava-o e, no final, envia-o por e-mail para o endereço becre.espamol@gmail.com

Não te esqueças de identificar os elementos do teu grupo. 

Para te facilitar a procura da informação, utiliza os seguintes operadores lógicos: +, -, . Por exemplo:
Portugal+compositores: procura páginas onde ocorram estes dois termos;
“Compositores de Portugal”: procura sites onde apareça esta expressão;
“Compositores de Portugal”-“Heitor Villalobos”: procura compositores portugueses, excepto Heitor Villalobos (que foi um compositor brasileiro…)
Para além destes termos, deves também usar sinónimos.
Mais duas dicas: 1) formula uma pergunta que defina aquilo que queres encontrar. Identifica todos os substantivos que utilizaste: são essas as principais palavras-chave da tua pesquisa.

2) Além disso, presta atenção às novas informações que vais recolhendo à medida que a tua pesquisa avança.



Tarefa 1: Poesia+música=canção

O amor era um dos principais temas das canções medievais. Obra anónima.
in: http://4.bp.blogspot.com/-qVOjRb7knGg/Tdm_GaepJ-I/AAAAAAAAAfs/iBTGHjzr9J8/s1600/amor3.jpg

Nas canções juntam-se dois géneros diferentes, a poesia e a música. Muitas vezes são o trabalho conjunto de dois autores: um poeta e um músico. Na tabela abaixo encontras canções e autores de cinco períodos da história de Portugal.

Para responderes, constrói uma tabela no ficheiro Word que abriste.
 
Faz corresponder cada poema/obra à sua época e identifica o seu autor
Época
Nome da canção
Autor(es)
Idade Média
Adeste Fidelis
D. Dinis (música e poema)
Renascimento/Descobrimentos
Cantiga do cego
D. João IV (música)
Restauração
Non chegou, madr', o meu amigo
Anónimo
Monarquia Constitucional
Barco Negro
Alfredo Keil (música e poema)
Época contemporânea
Senhora del mundo
David Mourão-Ferreira (poema) e Caco Velho (música)



Tarefa 2: Música no século XX (TPC)
No Século XX surgiram em Portugal alguns grandes compositores. Alguns deles encontram-se identificados abaixo. Ouve pelo menos três deles e escolhe um de que gostes mais.
1.    Como caracterizas essa obra musical? (observa os itens abaixo)
a.    Qual é a sua época e estilo?
b.    É uma peça para orquestra, um concerto para um instrumento e orquestra, uma peça para um único instrumento?...
c.    Em que anos nasceu e morreu (se ainda não estiver vivo) o autor da peça que escolheste?
d.    Em que localidade nasceu?
e.    Onde estudou?
f.     Por que razão preferiste este autor?

Francisco de Lacerda - Almurol
Vianna da Mota – Sinfonia À pátria e Três cenas portuguezas
Cláudio Carneyro - Pavana
Luís de Freitas Branco – Prélude V e Duas melodias

Joly Braga Santos – Divertimento n.º 2, II Allegro e Stacatto brilhante
António Vitorino d’Almeida – Nocturno op.118 e Sinfonia nº 1 (excerto)


terça-feira, 15 de março de 2011

Dedicatória - dia do pai

Este trabalho é o resultado de uma colagem feita a partir de frases produzidas pelos alunos. Foi feita uma recolha de ideias e frases com as quais se procurou produzir um poemazinho que as sintetizasse. As crianças foram exortadas a dizer o que realmente pensavam e a respeitar as contribuições de cada um. A professora dinamizou bem esta etapa do trabalho. No final desta mensagem transcrevemos as contribuições dos alunos.
[Dedicatória]


Pai brincador

Guardião dos caminhos
Pai sonhador
Herói dos carinhos
Pai engraçado
Pai resmungão
Pai estica-o-dedo
Pai dá-a-mão...

...Por cinco minutos,

Por todo um mês
Cada vez que regressas
Meu coração diz
"Gosto de ti!"
As frases dos alunos:

És o pai melhor do mundo - J

Sem o meu pai não podia comprar certas coisas e os cromos de cadernetas da G. D. L - R

Queria que o meu pai fosse rico - G

Adoro o pai - T

O pai ajuda-me a fazer os T. P. C e a fazer desportos  - R

Gosto muito do meu pai - A

O meu pai é o melhor do mundo. Quando a minha mãe não pode levar-me à escola o meu pai leva-me e também me ajuda a dormir. - D

Sem o meu pai não brincava tanto - J

Pai eu adoro-te! - T

Queria que o meu pai trabalhasse numa garagem - G

Para mim o meu pai é a pessoa melhor do mundo - D

Sem o meu pai não ria muito porque ele faz-me rir - A

Sem o meu pai não podia aprender - J

Sem o meu pai não podia assinar os papeis - F

Sem o meu pai não podia brincar - G

Sejam o meu pai não poderia fazer desporto - R

Sem o meu pai não me divertia tanto - C

O meu pai brinca comigo quando estou triste para me animar - R

Eu adoro o meu pai. Mesmo se ele fizesse alguma coisa de mal eu continuava a gostar dele - C

Sem o meu pai não posso ver TV com ele - G

O meu pai é muito importante - A

O meu pai às vezes chateia-se comigo, mas continuo a gostar dele - F

O meu pai é importante para mim porque nos amamos – C

Tenho saudades dele quando não está – N

Eu adoro o meu pai porque ele anima-me – A

Quando ele vai embora tenho saudades dele – C

Sem o meu pai não podia brincar – G

Gosto muito dele – N

Fico assustado quando o meu pai se atrasa, porque tenho medo que lhe aconteça alguma coisa – D

O meu pai é o melhor do mundo – F

Quando  meu pai está ocupado não posso distraí-lo – G

Meu queridinho
Meu lindinho
És mais lindinho
Que um patinho – R

Meu paizinho
És tão queridinho
Como um coelhinho - R

quarta-feira, 9 de março de 2011

Endechas a Bárbara escrava

 
Aquela cativa [=escrava]
Que me tem cativo [=preso, escravizado],
Porque nela vivo
Já não quer que viva.
Eu nunca vi rosa
Em suaves molhos,
Que pera [=para] meus olhos
Fosse mais fermosa [=formosa].

Nem no campo flores,
Nem no céu estrelas
Me parecem belas
Como os meus amores.
Rosto singular,
Olhos sossegados,
Pretos e cansados,
Mas não de matar.

Uma graça viva,
Que neles lhe mora,
Pera ser senhora
De quem é cativa.
Pretos os cabelos,
Onde o povo vãoPerde opinião
Que os louros são belos.

Pretidão de Amor,
Tão doce a figura,
Que a neve lhe jura
Que trocara a cor.
Leda [=alegre] mansidão,
Que o siso acompanha;
Bem parece estranha,
Mas bárbara não.

Presença serena
Que a tormenta [=temporal] amansa;
Nela, enfim, descansa
Toda a minha pena.
Esta é a cativa [=escrava]
Que me tem cativo;
E, pois nela vivo,
É força que viva.

Luís de Camões



Luís de Camões viajou por todo o Oriente. Esteve na Índia, em Ormuz (Arábia), e em cidades que agora pertencem à Malásia, ao Vietename, à China e a Moçambique. Diz-se que teve por lá algumas namoradas. Uma delas foi Bárbara.

A Bárbara deste poema de Luís de Camões era uma escrava. Camões chamou-lhe Bárbara porque era uma mulher de um outro povo, de outra religião, que falava outra língua. Era uma mulher de pele escura e cabelos pretos. Seria do Sul da Índia? Seria africana? Não sabemos ao certo. Mas, pela descrição, ficamos com vontade de a conhecer.

A partir deste poema podemos colocar algumas questões:

  1. O que é ser escrava(o)?
  2. O que faz com que algumas pessoas sejam escravas de outras?
  3. Devemos aceitar a escravatura? Por quê?
  4. Os homens podem mandar nas mulheres? As mulheres podem mandar nos homens?
  5. Ainda existem escravos (pessoas compradas ou capturadas, que são obrigadas a trabalhar contra a sua vontade, que não ganham dinheiro ou que não são capazes de pagar dívidas que têm para com os seus patrões)

O poema é longo e complicado (sobretudo para os alunos mais novos); mas tem diferentes pontos de interesse que explorámos no na aula de 10 de Março:
  1. Permitiu-nos falar sobre a passagem de Luís de Camões pelo Oriente e do contacto dos portugueses com outros povos... bárbaros
  2. Permitiu-nos explicar o que é a escravatura e colocar alguns problemas morais: Ainda há escravatura? O que faz com que algumas pessoas sejam escravas de outras? Existe alguma razão que justifique a escravatura? 
  3. O poema foi musicado e é relativamente fácil memorizá-lo a partir da canção.
  4. Permitiu-nos pensar sobre a língua: palavras com duplo significado; a evolução das palavras.
Mais uma vez, a poesia não foi abordada apenas pelo seu valor intrínseco, mas também pelo pretexto que nos dá para partirmos para a realidade.

Quanta maldade!

Pus meus olhos numa funda,
E fiz um tiro com ela
Às grades de uma janela.

Uma dama, de malvada,
Tomou seus olhos na mão
E tirou-me uma pedrada
Com eles no coração.

Armei minha funda então,
E pus os meus olhos nela;
Trape! Quebrei-lhe a janela.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Registo gráfico da primeira saída ao campo

Todos passaram pelos mesmos sítios, mas cada um reparou em coisas diferentes.
Os pormenores dos desenhos têm uma graça especial: um caderno de campo na mão de um menino, os picos de um cacto, árvores floridas, uma planta que parecia uma cebola, um desenho onde não há duas flores iguais, os taludes argilosos, um espargo...











Carnaval

Que grande cegada!
Camões nunca foi ao Brasil... Mas que importa isso? O nosso Luís Vaz haveria de gostar de conhecer as baianas de Vale d'El-Rei. 

...Baianas?

Projecto Educação para a Saúde... Alimentação saudável... Fruta... Carnaval...  Carmen Miranda... Baianas, é claro!!!



Depois de reunir a tropa, ala para o piquenique. No alto de um cabeço de onde se avista todo o prado há um pinheiro manso que estava à nossa espera desde Janeiro. Por baixo dos seus ramos há um tapete fofo de erva azeda. Foi sobre ele que se estendeu a toalha.
Talvez tivesse sido uma boa ocasião para recitar "Verdes são os campos" (por acaso houve dois meninos que o fizeram, cantando versos alternados), mas o pessoal estava cheio de larica e, com as bocas cheias de migalhas, encontraram poesia apenas nos deliciosos bolos da D. Telma e da professora.



Canta Baía!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Completar rimas

EB1 de Vale d’El-Rei / Biblioteca Escolar de Porches

Publicamos hoje o resultado do trabalho desenvolvido na semana passada (24 de Fevereiro) por uma parte da turma - os meninos que estão na fase de aprendizagem ou consolidação da leitura. O objectivo era que completassem quadras.


Este exercício foi concebido para crianças que estão a iniciar a aprendizagem da leitura e da escrita. Pretendeu-se, ao mesmo tempo, começar a desenvolver a noção de rima (métrica e som), utilizando quadras simples. As soluções escolhidas pelos alunos revelam, por vezes, que ainda sentem dificuldades em interpretar o texto – também porque ainda não dominam o código escrito. Optámos por transcrever a produção dos alunos, sem a corrigirmos, optando por reforçar positivamente o seu trabalho. Alguns dos exercícios foram resolvidos com ajuda (lemos em conjunto e procurámos as palavras que terminavam com um som semelhante, deixando a escolha final e a transcrição para os alunos).
Utilizámos canções para apoiar a compreensão das rimas e ensinámos um truque (que os alunos do 3.º e 4.ª anos aprenderam imediatamente): utilizar uma canção conhecida como matriz para a elaboração de novas rimas.

Os exercícios (veja o final desta mensagem) estavam divididos em dois níveis: 
  1. Os mais simples consistiam em ler/ouvir a quadra e encontrar uma palavra que rimasse: teriam de (por ordem de dificuldade) reconhecer o som, reconhecer a métrica e escolher um termo que fizesse sentido dentro do conjunto.
  2. Nos mais difíceis havia dois versos escritos e duas linhas em branco.

Para resolver qualquer dos exercícios foram dadas listas de palavras para escolher (aceitando-se outras que os alunos encontrassem por si)

Durante a semana a turma passou os seus trabalhos a limpo. 

O trabalho desenvolvido pelos restantes alunos foi a apresentação em Power Point que foi publicada em conjunto com esta mensagem.

A publicação destes trabalhos (com a excepção deste texto introdutório) foi feita pelos alunos Cíntia, Paulneel, David, Rodrigo e Diogo.
A preparação dos trabalhos para publicação foi feita pelos alunos sob orientação da professora Susana.




Está sonhando a Carlota
Com um futuro brilhante:
Quer deixar de ser bolota,
Transformar-se num gigante.
Diogo Santos 2ºano
   

Tenho agulhas nos meus dedos
Mas não sou costureiro.
Diz baixinho, em segredo:
O meu nome é pinheiro.
Pedro Silva 1ºano

Pegadas redondas
Ao cantar do galo
São marcas profundas
Dos pés de um cavalo.
Ana Reis 3º ano
Gonçalo Lamy 1ºano


                        Da minha janela à tua

Sai pela porta da rua
Para te dar um banquinho.
Ana Reis 3º ano

Esta sonhando a Carlota
Com um futuro brilhante:
Quer deixar de ser janota,
Transformar-se num gigante.
 Max 1º ano

Campo enfeitado
De cores amarelas
Belas
Selas  
Max 1º ano

 
Procura a palavra certa no lado direito da tabela
Está sonhando a Carlota
Com um futuro brilhante:
Quer deixar de ser _____________,
Transformar-se num gigante.
Bota
Nota
Janota
Bolota
Marmota
Diamante
Bastante
Radiante

Tenho folhas o ano inteiro
Às vezes fico sem roupa
O meu fruto é a bolota
O meu nome é _______________
Sobreiro
Pinheiro
Dinheiro
Pauliteiro
Costureira
Poupa
Sopa
Árvore

Tenho agulhas nos meus dedos
Mas não sou um costureiro.
Diz baixinho, em segredo:
O meu nome é ___________________
Alfaiate
Sobreiro
Pinheiro
Dinheiro
Costureira
Poupa
Copa
Árvore

No chão, entre as folhas
Chapéu amarelo.
Cuidado, não colhas
Aquele ____________________!
Caramelo
Pelo
Cogumelo
Mel
Flor
Rolhas
Bolhas
Fígado

Pegadas redondas
Ao cantar do galo
São marcas profundas
Dos pés de um __________________
Punhal
Pinhal
Cavalo
Hospital
Urso
Galo
Igual
Mal

Completa as quadras (para alunos mais avançados)
Da minha janela à tua
Vai apenas um passinho
___________________________________________
___________________________________________
Lua
Rua
Falua
Catatua
Passarinho
Ninho
Banquinho

Procurei-te em todo o lado
Em lado algum te encontrei
___________________________________________
___________________________________________
Fado
Bocado
Guardado
Nado
Lei
Sei
Achei

Debaixo daquele pinheiro
Pôs-se um melro a cantar
___________________________________________
___________________________________________
Cheiro
Aguaceiro
Sobreiro
Calar
Pensar
Sonhar

Campo enfeitado
De cores amarelas
___________________________________________
___________________________________________
Belas
Vê-las
Selas
Relas
Amado
Semeado
Pintado

Fui sentar-me a descansar
Em cima de um formigueiro
___________________________________________
___________________________________________
Lua
Rua
Falua
Catatua
Passarinho
Ninho
Banquinho